Filme – Pavor na Cidade dos Zumbis

Sou uma amante do terror e adoradora dos filmes trash. Um dos meus preferidos desse gênero é o “Pavor na Cidade dos Zumbis“.

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Com a morte do padre William Thomas, uma maldição que faz com que mortos levantem dos túmulos se inicia. Um jornalista se une a uma vidente para investigar o misterioso suicídio do padre e a relação da morte com o aparecimento dos zumbis, na cidade de Dunwith.

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Quem não gosta de trash, simplesmente fuja. Assisti o filme junte de um amigo que não sabe apreciar curte esse tipo de filme e ele achou podre e cheio de clichê; mas é exatamente o previsível, as cenas exageradas e impossíveis, e os closes típicos de um bom filme clichê que faz desse clássico de Lucio Fulci um ótimo trash.

Mesmo quem ache as cenas ridículas, não pode negar, em sã consciência, que as cenas asquerosas e sangrentas são muito bem feitas. Aquele tipo de filme que não vai muito bem com uma pipoquinha. A minha preferida, o vômito de órgão internos, me deu arrepios, extremamente bem feito; uma cena de uma beleza tão grande que só quem é fã consegue entender.

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Ficha técnica:

Diretor: Lucio Fulci

Título original: Paura Nella Citta’Dei Morti Viventi

Ano:1980

País: Itália

Duração: 89 minutos

Gênero: Terror/Trash

Roteiro: Lucio Fulci, H.P. Lovecraft, Dardano Sacchetti

Outros filmes de Lucio Fulci:

– Tempo de Massacre (1969)Imagem

– O Estranho Segredo do Bosque dos Sonhos (1972)

– Os Quatro do Apocalipse (1975)

– Sela de Prata (1978)

– Zumbi 2 – A Volta dos Mortos (1979)

– A Casa dos Mortos Vivos (1981)

– O Gato Negro (1981)

– Terror nas Trevas (1981)

– O Esquartejador de Nova York (1982)

– Demonia (1990)

Dentre muitos outros.

Lucio faleceu em 13 de março de 1996 (68 anos) em Roma, Itália.

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Feio, porém sexy.

É claro que cada pessoa tem um gosto singular para homens. Mesmo assim sempre tem aquela “amiguinha” querendo roubar o seu tipo. Minha sorte é ter amigas (as mais chegadas) com gostos bem diferentes do meu. Uma delas gosta de playboyzinho, camisa pólo, calça jeans e sapatênis; outra gosta de negão gordinho; outra, melhor ainda, gosta de mulher; por isso todas somos amigas há tanto tempo e nunca brigamos.

Brincadeirinhas a parte, o meu tipo perfeito seria barbudo (pelo menos com barba por fazer), cabeludinho, magro, mais alto que eu, com um estilo meio desleixado e se tiver um pouco de pêlo no peito, melhor ainda; resumindo, adoro um que faça “estilo mendigo”.

Selecionei aqui os cinco homens que logo vêm na minha cabeça quando penso num tipo “feio, mas sexy“. Lembrando que está é MINHA OPINIÃO, não tô ditando regra aqui, ok?!

Em contagem regressiva:

5- Mick Jagger

Não, não gosto de coroas, estou falando dele quando jovem (apenas que até hoje ele é meio que um símbolo sexual). Jagger nasceu em 26 de julho de 1943 como Michael Philip Jagger, na Inglaterra. E mais do que como o vocalista de uma das maiores bandas do mundo, a Rolling Stones, Mick ficou famoso por seus casos extra-conjugais e a “mania” de fazer filhos; se casou duas vezes e teve sete filhos, com quatro mulheres diferentes, uma delas, todos sabem, é a Luciana Gimenez, com quem ele teve o Lucas em 1999. Uma de suas frases mais conhecidas é: “Quando minha filha (Jade) ficar mais velha, vou mandar ela ter cuidado com homens como eu.”

4- Dave Navarro

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David Michael Navarro, californiano nascido em 7 de junho 1967, é guitarrista do Jane’s Addiction (que vive no vai e volta) e ex-integrante do Red Hot Chilli Peppers.

A História do Dave é meio trágica, além do sério problemas com droga (heroína) que enfrentou e que inclusive é um dos motivos que ajuda a banda Jane’s Addiction a nunca estar bem (todos os integrantes se envolviam com drogas, o que ajudava a deixar a convivência insuportável); quando tinha 15 anos, sua mãe e sua tia foram assassinadas pelo ex-namorado dela (da mãe), Dave só não foi assassinado também porque, justo nessa noite, seu pai o chamou para passar a noite em sua casa. Desse fato marcante de sua vida Dave fez um livro, o “Don’t Try This At Home”

Navarro já foi casado três vezes. Com Tanja Goddard, em 1990 numa cerimônia pagã; em 1995 com Rhian Gittins e, o mais famoso, com Camen Electra (o qual foi documentado num reality show da MTV) de 2003 a 2006. Após o fim do terceiro casamento, Dave se envolveu com uma famosa estrela pornô, Jenna Jameson.

3- Nelly

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Cornell Iral Haynes, mais conhecido como “Nelly”, nasceu em 2 de novembro de 1974 no Texas, mas foi criado em St. Louis, Missouri. Começou a se interessar por música ainda no colégio, onde formou sua primeira banda de rap, o “St. Lunatics“, mesmo lançando em hit independente em 1996, a banda não foi pra frente, porém Nelly não desistiu de tentar alcançar o sucesso e resolveu continuar a buscá-lo em carreira solo. Como solista conseguiu chamar a atenção da Universal Records, a qual lançou seu primeiro CD, o “Country Grammar” em 2000; por ele Nelly foi indicado a três Grammys, entre eles o de Melhor Álbum Rap do Ano. Seu segundo CD, o “Nelyville“, entrou diretamente para a primeira posição no top de vendas dos EUA. Nelly também se arrisca na carreira de ator, um dos filmes que o rapper participa é o “Golpe Baixo“, contracenando com Adam Sandler e Chris Rock.

2- Jack White

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Jack, que na verdade é John Anthony Gillis, nasceu em 4 de julho de 1975 na cidade de Detroit, Michigan. Também conhecido como Jack III White ou Jack White III, é o caçula de 10 (DEZ) filhos. Cresceu numa família muito católica, o que o levou a ser coroinha e com isso, a oportunidade de encenar no filme “O Mistério do Rosário Negro” (1987). Fã de música clássica quando criança, Jack começou a tocar bateria aos seis anos; já na adolescência, escutava jazz e rock dos 60’s. Jack já teve outras bandas, entre elas o The Go, onde era o guitarrista principal e da qual, em 1997, saiu para formar, junte da Meg White, o White Stripes, que teve seu fim em 2011. Vencedor de três Grammys, foi considerado o 70º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone. Em 2001 fundou sua própria gravadora de discos, a Third Man Records.

1- Russel Brand

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{Ok que ele está bonito nessa foto, mas enfim}

Russel Edward Brand nasceu em Grays, Essex, Inglaterra no dia 4 de junho de 1975. Foi criado só pela mãe, após os pais se separarem quando ele tinha apenas 6 meses. Alcançou a fama após apresentar o spin-off do Big Brother na Inglaterra, após o programa passou a apresentar um programa na rádio e fazer stand-up, que é seu ofício preferido até hoje. Brand também já participou de vários filmes, entre eles, um dos meus preferidos, “Forgetting Sarah Marshall“. Confesso que sinto uma raivinha dele por ter dado um pé na bunda da Katy Perry (não gosto da música dela, mas ela parece ser muito fofa e simpática) com quem foi casado de 2010 a 2011. Ele afirmou que o casamento chegou ao fim por ser egoísta e nada romântico. “Eu provavelmente já magoei e prejudiquei pessoas de quem eu gostava por ser egoísta. Mas eu realmente queria casar. Só que eu não acreditava muito nessa história de alma gêmea romântica e preferia a atração física”. Cuzão, mas é o feio mais sexy, na minha opinião.

Curiosidades do filme “O Exorcista”

Bom, como o último post foi sobre um dos meus livros preferidos, “O Exorcista”, quis fazer um post também sobre o filme; mas não falando sobre o filme, pois muitos, até mesmo os que não curtem terror, sabem sobre o que se trata. Quis mesmo é falar algumas curiosidades sobre o filme, coisas que aconteceram nos bastidores e até umas lendas que correm sobre o filme.

Enfim, o filme é de 1973, do diretor William Friedkin, baseado no livro com mesmo nome de William Peter Blatty.

Vamos começar pelo mais leve (rs), os prêmios ganhos e/ou indicações:

Ganhou os Oscars de melhor roteiro e melhor som. Foi ainda indicado para mais oito categorias: melhor filme, melhor diretor, melhor atriz (Ellen Burstyn), melhor ator coadjuvante (Jason Miller), melhor atriz coadjuvante (Linda Blair), melhor edição, melhor fotografia e melhor direção de arte.

Ganhou quatro Globos de Ouro nas categorias de melhor filme (drama), melhor direção, melhor roteiro e melhor atriz coadjuvante (Linda Blair). Recebeu ainda outras três indicações: melhor atriz – drama (Ellen Burstyn), melhor ator coadjuvante (Max von Sydow) e melhor revelação feminina (Linda Blair).

Foi indicado ao BAFTA na categoria de melhor som.

Ganhou, também, o Academy of Science Fiction, Fantasy & Horror Films, nas categorias de melhor filme de terror, melhor maquiagem, melhores efeitos especiais e melhor roteiro.

Curiosidades e fatos sobre o filme:

Foi o primeiro filme de terror indicado ao Oscar de melhor filme. O prêmio para um filme do gênero só veio em 1991, em “O Silêncio dos Inocentes”, com Jodie Foster e Anthony Hopkins.

O filme tornou-se um dos mais lucrativos filmes de terror de todos os tempos, arrecadando o equivalente a U$ 441.306.145,00 em todo o mundo.

Após a sessão, ninguém conseguia dormir, lembrando da voz gutural do pequeno demo gritando blasfêmias e outras cenas horrendas das gravações.

Durante a produção do filme, o set de filmagens pegou fogo durante um fim de semana, em que não havia ninguém trabalhando. Muitos equipamentos foram estragados. Não se chegou a qualquer explicação sobre o que gerou o fogo.

O processo de gravação até logo depois do lançamento do filme foi marcado por várias mortes de pessoas ligadas direta e indiretamente com as filmagens, caso do ator Jack Macgowran, que depois de gravar a cena em que morria arremessado da janela por Regan, contraiu uma forte pneumonia e acabou morrendo, de verdade, uma semana depois. Também morreram o irmão do ator Max Von Sydon, um vigia do estúdio e um assistente de produção.

Durante o filme é possível ver vultos, olhos debaixo da cama de Regan, silhuetas demoníacas e mensagens de socorro bem disfarçadas. Muitos gostam de assistir o filme várias vezes para encontrá-las.*

Para deixar as cenas com uma atmosfera aterrorizante, o diretor William Friedkin optou por construir os cenários dentro de uma enorme câmara refrigeradora. Não é à toa que quase todos os atores ficaram com pneumonia.

Oito horas é o que Linda Blair levava para ter seu rostinho bonito transformado no de um verdadeiro filhote do Belzebu. A maquiagem assustadora tinha até massa de pizza em sua composição.

Os gemidos aterrorizantes da garotinha possuída foram captados em uma fazenda. Eram porcos e vacas sendo levados para o abate.

Linda Blair nunca falou sequer um palavrão durante as filmagens de ‘O Exorcista’. Ela dizia outros textos bobinhos enquanto a dubladora Mercedes McCambridge era responsável pelos textos pesados. Aliás, Mercedes MacCambridge precisou fumar cerca de seis maços de cigarro por dia, além de entrar numa dieta só com ovos crus e maçãs defumadas para Imagemconseguir a tal voz assustadora do Diabo.

Pouca gente se lembra, mas em 1990 rolou uma sátira do filme, chamado “A Repossuída”; que conta a história de Nancy Aglet, interpretada por ninguém menos do que a própria “ex-possuída”, Linda Blair. O padre fica por conta do mestre Leslie Nielsen. O filme foi muito esperado pela crítica e pelos fãs da atriz, mas não decolou, o que não quer dizer que não seja uma comédia legal de assistir. Tem até ele completo no Youtube – 

O primeiro trailer de ‘O Exorcista’ foi considerado tão assustador que teve que ser retirado dos cinemas.

*Agora o jeito é assistir o filme pela milésima vez pra notar os vultos, olhos debaixo da cama e pedidos de socorro. Bora assistir?

Livro – “O Exorcista”

Bom, como comentei em outro post, pode ser que eu não consiga ler um livro por mês, pois os livros precisam de mais tempo e dedicação, e com uma bebê pra cuidar (e agora gripada), fica ainda mais complicado.

Já que não consegui terminar ainda o livro desse mês, vou falar sobre um dos meus livros preferidos, que é mais conhecido pelo filme. Inclusive, muitas pessoas, principalmente aquelas que não gostam do terror, nem sabem que o filme foi inspirado no livro.

O livro, de 348 páginas que entra não no gênero terror, e sim no policial, foi escrito em 1971 pelo autor estadunidense William Peter Blatty da editora Harper & Row. 

Lançado no Brasil um ano depois, o livro conta a história de Regan MacNeil, uma garota de 11 anos que foi possuída pelo demônio.

Regan vive num sobrado de esquina com sua mãe, Chris MacNeil, uma atriz de cinema. Por conta de alguns acontecimento estranhos com a filha, Chris passa a levá-la em vários médicos, fazem inúmeros exames, todos mostrando que não há nada de errado com Regan. Até que, mesmo sem muita fé, Chris decide procurar ajuda religiosa.

Bom, até aí todo mundo, ou quase todo mundo conhece, pois é o que nos mostra o filme, porém, como sempre, o livro é muito melhor. A obra não se posiciona apenas no exorcismo de Regan, mas também na investigação do Detetive Kinderman sobre a morte de Burke Dennings, um diretor de cinema, amigo de Chris, que é encontrado misteriosamente morto, com a cabeça virada ao contrário, jogado na escadaria abaixo da janela do quarto de Regan. (Essa investigação quase não é relatada no filme).

O livro também narra a quase falta de fé do padre Karras, o qual Chris busca ajuda. Além de padre, Karras é psiquiatra, o que soa um tanto quanto contraditório. Porém, ao longo do livro, percebe-se que Karras é quase tão cético quanto um ateu; e percebemos sua luta para tentar continuar com sua fé.

A obra se divide deliciosamente entre a investigação policial e os estágios de preparação para o exorcismo, que é narrado detalhadamente, palavra por palavra (mesmo as ditas em latim). Os medrosos de plantão, recomendo distância.

Diz-se que o livro é baseado na real história de Ronald, um garoto que foi possuído aos 13  anos, na cidade de Mount Rainier, Maryland, nos anos 40. Vários periódicos locais conseguiram o discurso de um padre que fazia parte de uma sociedade de parapsicologia, que afirmava ter feito um exorcismo em um garota daquela região. Porém, um outro repórter, Mark Opsasnick, foi a fundo em 1999m e dentre suas investigações conseguiu uma entrevista com o padre Walter Halloran, que dizia ter auxiliado no exorcismo, e afirmou : “…não houve xenoglossia (ou algo imitando o latim), não houve alteração na voz, sem força prodigiosa, sem vômitos ou urinação…”; o que levou Walter a concluir que, na realidade, o garoto Ronald, nunca esteve sob possessão demoníaca. Seu artigo detalhado do caso, serviu de base para um romance intitulado “The Haunted Boy of Cottage City: the Facts Behind the Story that Inspired the Exorcist (O menino assombrado de Cottage City: os fatos por trás da história que inspirou “O Exorcista”, em livre tradução).

Em 1973, o livro virou o filme que todos conhecem, e que, neste dia 19 completou seus 40 anos, com a direção de William Friedkin; o qual teve três sequências: O Exorcista II – O Herege; O Exorcista III; e O Exorcista – O Início. 

Curiosidades:

O enorme sucesso do livro, aqui no Brasil, fez com que o lucro obtido pudesse patrocinar o lançamento da primeira edição do Dicionário Aurélio.

O livro (em versão traduzida em espanhol, obviamente) ficou em oitavo lugar na lista dos dez mais vendidos na Espanha, no ano de 1975.

Outros trabalhos de William Peter Blatty

Como autor: 

-Legião (1983)

-Dimiter (2001)

-Elsewhere (2010)

Como diretor:

-The Ninth Configuration (1980)

-O Exorcista III (1990)

Como ator:

-O Exorcista (1973)

-The Ninth Configuration (1980)

Como roteirista:

-Um Tiro No Escuro (1964)

-Lili, Minha Adorável Espiã (1970)

-O Exorcista (1973)

-O Exorcista II – O Herege (1977)

-The Ninth Configuration (1980)

-O Exorcista III (1990)

-O Exorcista – O Ínicio (2004)

Como produtor:

-O Exorcista (1973)

-The Ninth Configuration (1980)

64 anos de Meryl Streep

Nesse 22 de junho, nossa (pelo menos minha) amada Meryl Streep completa 64 anos (!!!!). Envelhecendo com dignidade, sem fazer mil plásticas e ficar esticada, Meryl ainda está lindíssica, como eu seu primeiro papel no cinema, quando tinha apenas 28 anos.

Streep nasceu em Summit, New Jersey, como o nome de Mary Louise Streep; mas foi criada em BernardVille, no mesmo estado. Filha de uma artista comercial e um executivo da industria farmacêutica, Meryl recebeu seu Bacharelado de Artes em Teatro na Vassar College em 1971. Estudou, ainda, música, ópera e arte dramática na Universidade de Yale. Após trabalhar para o Theatre Repertory Company, de Phoenix, obteve reconhecimento ao ser nomeada para o Tony Award, e por vencer o Outer Critics Circle Award.

Aí, então, aconteceu sua estréia no cinema, em 1977, no filme Júlia de Fred Zinnemann. E logo em seguida, em 1978, na televisão na série Holocausto, pela qual recebeu o Emmy de melhor atriz.

É casada, desde seus 29 anos, com o escultor Don Gummer, com quem tem quatro filhos.

Streep é recordista de nomeação ao Oscar entre homens e mulheres; recebeu quatorze indicações ao de melhor atriz e três ao de melhor atriz coadjuvante; sendo os seguintes, os vencidos: Oscar de melhor atriz por “A Escolha de Sofia” e “A Dama de Ferro” e de melhor atriz coadjuvante por “Kramer vs. Kramer”.

Além dos Oscars, também ganhou o Globo de Ouro de melhor atriz por “Julie e Julia” e “A Escolha de Sofia”; Globo de Ouro de melhor atriz em drama por “A Mulher do Tenete Francês”; e Globo de Ouro de melhor atriz coadjuvante por “Kramer vs. Kramer” e “Adaptação”. Não é a toa que é considerada por críticos uma das maiores personalidades vivas do cinema e recebeu uma estrela na Calçada da Fama, em Hollywood.

Italiano: Stella di Meryl Streep sulla Hollywo...

Hollywood

Curiosidades sobre a diva:

Antes de iniciar a carreira de atriz, Streep trabalhou como garçonete em New Jersey.

Para atuar em Música do Coração teve que aprender a tocar violino, tendo ensaiado 6 horas por dia durante 8 semanas.

Em 1989, dublou a personagem Jessica Lovejoy do episódio 67 do desenho animado Os Simpsons.

Meryl é feminista, pacifista nata e uma das principais militantes contra o aquecimento global.

Em 2009, foi eleita a 48ª mulher mais poderosa do mundo do entretenimento segundo o Hollywood Reporter.

Streep tem medo de helicópteros.

Estudou na classe de Sigourney Weaver na faculdade.

Os 10 melhores filmes (na minha opinião):

10- As Pontes de Madison (1995)

9- A Escolha de Sofia (1982)

8- Ela é o Diabo (1989)

7- As Filhas de Marvin (1996)

6- Música do Coração (1999)

5- Sob o Domínio do Mal (2004)

4- A Morte Lhe Cai Bem (1992)

3- A Casa dos Espíritos (1993

2- Simplesmente Complicado (2009)

1- O Diabo Veste Prada (2006) {Não conheço ninguém nesse mundo que não gosto desse

filme e não ame a Meryl como Miranda Priestly}

Filme da semana – “Any Day Now”

O filme dessa semana se chama “Any Day Now” (ainda sem título em português).

Esse é pra chorar! Baseado numa história real, o filme se passa nos anos 70, onde Rudy (Alan Cumming) trabalha num bar como drag queen. Na mesma noite em que conhece Paul (Garret Dillahunt), quando chega em seu prédio, percebe que Marco (Isaac Leyva), um garoto portador da síndrome de Down, foi abandonado por sua negligente mãe. Sabendo que Marco seria jogado em um abrigo, Rudy e Paul, que se apaixonaram rapidamente, começam a lutar pela guarda do garoto. O que deixa tudo mais triste e dramático, é que o filme é baseado em fatos reais.

O longa é demais! A maneira rápida e dinâmica com que os fatos acontecem não deixa com que você perca a atenção. Os locais onde moram, falta de dinheiro e o preconceito estampado na cara de todos que os cercam, faz jus a história real. Se nos dias de hoje, uma adoção por um casal homossexual ainda é tema polêmico, imaginem nos anos 70; e o filme retrata muito bem isso.

As atuações e o final do filme não deixaram nada a desejar.

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Ficha técnica:

Ano: 2012

Gênero: Drama

Direção: Travis Fine

Roteiro: Travis Fine, George Arthur Bloom

Duração: 97 min.

País: Estados Unidos

Outros filmes de Travis Fine

Como diretor: The Space Between (2001)

Como ator: Brinquedo Assassino 3 (1991), Horas de Pavor (1993), Além da Linha Vermelha (1998), Garota Interrompida (1999) e Gatos Numa Roubada (2001)

Pro dia dos namorados

Mais um dia dos namorados chegou e mais um ano, o quarto, que passo solteira. Solteira sim, sozinha nunca.

Lado bom? Não preciso gastar com presente…. Só! Hahaha… Brincadeira. Namorar é muito bom (sou do tipo pra casar), mas estar solteira não é o fim do mundo.

Mas pra quem sofre daquele do “Mal do dia dos namorados”, taí uma listinha dos filmes que você não pode nem ouvir o nome!

Corram para as colinas!!

Os 10 filmes que você não deve assistir no Dia dos Namorados (se estiver na fossa)

10- O Segredo de Brokeback Mountain: Fala sério, ver dois cowboys que se amam verdadeiramente terem que negar e esconder seus sentimentos, levando a um trágico fim, é pra ficar triste mais do que deve. Se você for gay, mantenha distância dobrada.

9- Doce Novembro: Romance com prazo de validade já imposto nunca, jamais, never dá certo. Alguém sempre vai sair machucado. Não se machuque assistindo.

8- A Casa do Lago: Namorar por carta é coisa de um passado remoto, né?! Agora, cultivar um relacionamento assim por 2 anos, pra depois não sofrer um mundo pra encontrar a pessoa? Bom, melhor que stalkear o facebook do ex, né amiga.

7- P.S. Eu Te Amo: Ela fica viúva muito antes da hora, já é de se esperar que entre em depressão; porém, quando tenta voltar a rotina, descobre que seu amado falecido marido deixou várias cartas escritas à ela. Romantismo demais pra ser assistido sozinha.

6- Ele Não Está Tão Afim de Você: Você sempre tenta ler nas entrelinhas qualquer e toda atitude que aquele cara faz, não é? Sempre achando que ele está enviando sinais. Bobeira, menina! Esse filme mostra bem como os homens pensam; se ele está afim, vai vir atrás de você! É bom pra dar um tapinha na cara, mas pode te deixar deprimida.

5- Cidade dos Anjos: Um anjo que se apaixona por uma humana e faz de tudo para poder estar ao seu lado e seu ex namorado nem a conta inteira queria pagar? Vida injusta.

4- (500) Dias com Ela: Ela fala que eles são apenas amigos, mas fazem todas as coisas como namorados. Ele se apaixona perdidamente e quer conquistá-la a todo custo. Ela é uma vaca. Ele é um príncipe. Te lembra alguma coisa? É, amiga, bem vida real!

3- Ressaca de Amor: A estrela de série de TV dá um fora no coitado. Ele vai sofrido tentar esquecê-la no Hawai, mas pro seu azar, ela também está lá, com outro!! É uma comédia, bem engraçadinha, um dos meus filmes preferidos, mas pra um dia de fossa, o cômico pode se transformar em trágico.

2- Um Dia: Eles se conhecem na faculdade e, durante vinte anos, se encontram uma vez por ano. Muitas coisas acontecem e ela, secretamente, se apaixona por ele. Um dia descobrem que foram feitos um para o outro. Aí que mora o perigo. Você vai ficar pensando “Isso só não acontece comigo”!

Imagem1- Loucamente Apaixonados: Como eu já vivi uma leve paixão a distância, esse filme é o pior pra mim. Eles se conhecem na faculdade, ele americano, ela britânica. O pior acontece quando ela é banida dos EUA por não respeitar a data vencida de seu visto. Ambos tem que lutar para que um relacionamento a uma distância tão longa, não sucumbe.

Mas pior que assistir a esses filmes, é ficar se martirizando em casa por não ter um namorado. Vamos sair, beber, nos divertir, assistir um filme violento ou, simplesmente, viver o dia como mais um, pois na realidade, é o que ele é!

Livro do mês – “Sangue e gelo”

O livro desse mês é o “Sangue e gelo” (2009) de Robert Masello.

Esse livro é um dos mais especiais pra mim, pois foi o primeiro presente que dei pra minha mãe com meu próprio dinheiro (isso foi só aos 21 anos hehe). Para os que assim como eu, são amantes do suspense e do terror, vão adorar. Comi o livro, li as quase 500 páginas em 2 semanas.

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A ficção narra a ida de um fotógrafo que, em meio a uma crise em sua vida pessoal, aceita trabalhar no Pólo Sul por um tempo, pensando que apenas fotografará criaturas e animais exóticos. Porém, um dia, convidado pelo colega da estação Point Adelle, um biólogo marinho, para mergulhar no gélido mar do ártico, encontra, para seu espanto e terror, dois corpos, vestidos de roupas vitorianas, congelados!

O livro vai e volta, entre o presente, na Antártica e o passado, na Inglaterra de 1856; ou seja, conta tanto a história de Michael, o fotojornalista, quanto a de Eleanor e Sinclair.

A história consegue prender do início ao fim; mantém o suspense num nível bem gostoso de acompanhar, não entrega o jogo de cara, mas também não enrola o leitor; sem contar que a escrita é bem jovem, conta de maneira cotidiana, com detalhes na medida exata. Eu senti um frio na espinha em alguns momentos, me apaixonei junto dos personagens, e quando a Guerra da Criméia é narrada, senti as dores e agonias dos soldados; parecia de fato que eu estava assistindo a um filme, a um ótimo filme! O livro mistura o sobrenatural, romance e história, por isso, muito provavelmente agrada gregos e troianos, tem um pouquinho de cada um dos gêneros.

Ficha técnica:

Título original: Blood and Ice

Ano: 2009

Autor: Robert Masello

Gênero: Ficção

Número de páginas: 448

Editora: Suma de letras

Preço: Em torno de R$50. Cabe no bolso da maioria.

Outras obras de Robert Masello:

O amuleto de Medusa (2012)

Filme da semana – “O pecado mora ao lado”

Amo filmes e adoro livros; sempre estou comentando no facebook sobre filmes que vejo, então resolvi criar esse blog com o objetivo de compartilhar melhor sobre cada filme e livro. Vou tentar assistir um filme por semana e ler um livro por mês. O filme será bem mais fácil manter atualizado, mas o livro, como necessita de mais dedicação, não vou fazer muitas promessas (rs), afinal tenho uma bebê de 8 meses pra cuidar, a qual, aliás, conto sobre a vida e o cotidiano nesse blog aqui – Eu, minha bebê e… meus pais!

Enfim, vamos ao que interessa. O filme dessa semana é um clássico: O pecado mora ao lado. A comédia ingênua baseada na peça de George Axelrod, é sobre Richard Sherman (Tom Ewell), um editor de livros, que deve ficar longe de bebidas, cigarros e principalmente, mulheres, enquanto sua mulher e seu filho vão passar uns dias fora. Ficar sem bebidas e cigarros já estava difícil, pior ficou quando ele percebe uma inquilina temporária no apartamento de cima. Encantado e fascinado pela beleza e charme da garota (Marilyn Monroe), Richard a chama para tomar um drink; a partir de então tenta seduzi-la e conquistá-la a todo custo, ao mesmo tempo que sente-se culpado por estar agindo como um marido infiel.

Em uma rede social sobre filmes da qual participo ( filmow ), li muitas críticas negativas ao filme e principalmente à atuação de Marilyn, citando inclusive o fato, pouco conhecido, de que a sensual e eterna ídola, não passava de um rosto bonito. Ficou famosa pelo mito que se tornou, porém, como atriz, deixava muito a desejar; tanto que muitos diretores irritavam-se, pois, para uma cena considerada simples, tomadas e mais tomadas eram necessárias para que Marilyn acertasse.Mas, apesar de todas as críticas que li e da atuação da atriz ser realmente um tanto forçada e cheia de caras e bocas (quase uma Jim Carey), achei o filme bonitinho e gostoso de assistir. Nos dias de hoje, pode até assistir junto dos pequenos.

Apesar das críticas à atuação de Marilyn, a atriz foi indicada ao prêmio de melhor atriz estrangeira em 1956 pela BAFTA do Reino Unido. E Tom Ewell recebeu o Globo de Ouro de melhor ator de cinema no mesmo ano.

Amado ou odiado, ninguém pode negar que o filme se tornou marco do cinema, e a cena onde o vestido cor de marfim de Marilyn Monroe levanta sobre o respiradouro do metrô de tornou um ícone cinematográfico mundial!

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Ficha técnica: 

Título original: The seven year itch

Ano: 1955

País: Estados Unidos

Gênero: comédia

Duração: 105 min.

Direção: Billy Wilder

Roteiro: Billy Wilder, George Axelrod

Orçamento:  U$ 3,2 milhões

Prêmios recebidos:

Globo de Ouro de melhor ator em musical ou comédia para Tom Ewell

Títulos em outros países:

Sept ans de réflexion (França, Bélgica)
La tentación vive arriba (Espanha)
Quando la moglie è in vacanza (Itália)
La comezón del séptimo año (Argentina)

Curiosidades:

O título original do filme, “The Seven Year Itch”, é uma referência ao sétimo ano após o casamento, quando as relações passam por uma crise.

O famoso vestido branco que a atriz Marilyn Monroe usou na célebre cena do metrô foi arrematado em um leilão por 4,6 milhões de dólares. O vestido foi a principal peça do leilão de lembranças de Hollywood realizado pela Profiles in History, em Calabasas (Califórnia) em 2011.

O casamento de Marilyn e do astro de baseball Joe DiMaggio chegou ao fim durante as filmagens de O Pecado Mora ao Lado.