64 anos de Meryl Streep

Nesse 22 de junho, nossa (pelo menos minha) amada Meryl Streep completa 64 anos (!!!!). Envelhecendo com dignidade, sem fazer mil plásticas e ficar esticada, Meryl ainda está lindíssica, como eu seu primeiro papel no cinema, quando tinha apenas 28 anos.

Streep nasceu em Summit, New Jersey, como o nome de Mary Louise Streep; mas foi criada em BernardVille, no mesmo estado. Filha de uma artista comercial e um executivo da industria farmacêutica, Meryl recebeu seu Bacharelado de Artes em Teatro na Vassar College em 1971. Estudou, ainda, música, ópera e arte dramática na Universidade de Yale. Após trabalhar para o Theatre Repertory Company, de Phoenix, obteve reconhecimento ao ser nomeada para o Tony Award, e por vencer o Outer Critics Circle Award.

Aí, então, aconteceu sua estréia no cinema, em 1977, no filme Júlia de Fred Zinnemann. E logo em seguida, em 1978, na televisão na série Holocausto, pela qual recebeu o Emmy de melhor atriz.

É casada, desde seus 29 anos, com o escultor Don Gummer, com quem tem quatro filhos.

Streep é recordista de nomeação ao Oscar entre homens e mulheres; recebeu quatorze indicações ao de melhor atriz e três ao de melhor atriz coadjuvante; sendo os seguintes, os vencidos: Oscar de melhor atriz por “A Escolha de Sofia” e “A Dama de Ferro” e de melhor atriz coadjuvante por “Kramer vs. Kramer”.

Além dos Oscars, também ganhou o Globo de Ouro de melhor atriz por “Julie e Julia” e “A Escolha de Sofia”; Globo de Ouro de melhor atriz em drama por “A Mulher do Tenete Francês”; e Globo de Ouro de melhor atriz coadjuvante por “Kramer vs. Kramer” e “Adaptação”. Não é a toa que é considerada por críticos uma das maiores personalidades vivas do cinema e recebeu uma estrela na Calçada da Fama, em Hollywood.

Italiano: Stella di Meryl Streep sulla Hollywo...

Hollywood

Curiosidades sobre a diva:

Antes de iniciar a carreira de atriz, Streep trabalhou como garçonete em New Jersey.

Para atuar em Música do Coração teve que aprender a tocar violino, tendo ensaiado 6 horas por dia durante 8 semanas.

Em 1989, dublou a personagem Jessica Lovejoy do episódio 67 do desenho animado Os Simpsons.

Meryl é feminista, pacifista nata e uma das principais militantes contra o aquecimento global.

Em 2009, foi eleita a 48ª mulher mais poderosa do mundo do entretenimento segundo o Hollywood Reporter.

Streep tem medo de helicópteros.

Estudou na classe de Sigourney Weaver na faculdade.

Os 10 melhores filmes (na minha opinião):

10- As Pontes de Madison (1995)

9- A Escolha de Sofia (1982)

8- Ela é o Diabo (1989)

7- As Filhas de Marvin (1996)

6- Música do Coração (1999)

5- Sob o Domínio do Mal (2004)

4- A Morte Lhe Cai Bem (1992)

3- A Casa dos Espíritos (1993

2- Simplesmente Complicado (2009)

1- O Diabo Veste Prada (2006) {Não conheço ninguém nesse mundo que não gosto desse

filme e não ame a Meryl como Miranda Priestly}

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Filme da semana – “O pecado mora ao lado”

Amo filmes e adoro livros; sempre estou comentando no facebook sobre filmes que vejo, então resolvi criar esse blog com o objetivo de compartilhar melhor sobre cada filme e livro. Vou tentar assistir um filme por semana e ler um livro por mês. O filme será bem mais fácil manter atualizado, mas o livro, como necessita de mais dedicação, não vou fazer muitas promessas (rs), afinal tenho uma bebê de 8 meses pra cuidar, a qual, aliás, conto sobre a vida e o cotidiano nesse blog aqui – Eu, minha bebê e… meus pais!

Enfim, vamos ao que interessa. O filme dessa semana é um clássico: O pecado mora ao lado. A comédia ingênua baseada na peça de George Axelrod, é sobre Richard Sherman (Tom Ewell), um editor de livros, que deve ficar longe de bebidas, cigarros e principalmente, mulheres, enquanto sua mulher e seu filho vão passar uns dias fora. Ficar sem bebidas e cigarros já estava difícil, pior ficou quando ele percebe uma inquilina temporária no apartamento de cima. Encantado e fascinado pela beleza e charme da garota (Marilyn Monroe), Richard a chama para tomar um drink; a partir de então tenta seduzi-la e conquistá-la a todo custo, ao mesmo tempo que sente-se culpado por estar agindo como um marido infiel.

Em uma rede social sobre filmes da qual participo ( filmow ), li muitas críticas negativas ao filme e principalmente à atuação de Marilyn, citando inclusive o fato, pouco conhecido, de que a sensual e eterna ídola, não passava de um rosto bonito. Ficou famosa pelo mito que se tornou, porém, como atriz, deixava muito a desejar; tanto que muitos diretores irritavam-se, pois, para uma cena considerada simples, tomadas e mais tomadas eram necessárias para que Marilyn acertasse.Mas, apesar de todas as críticas que li e da atuação da atriz ser realmente um tanto forçada e cheia de caras e bocas (quase uma Jim Carey), achei o filme bonitinho e gostoso de assistir. Nos dias de hoje, pode até assistir junto dos pequenos.

Apesar das críticas à atuação de Marilyn, a atriz foi indicada ao prêmio de melhor atriz estrangeira em 1956 pela BAFTA do Reino Unido. E Tom Ewell recebeu o Globo de Ouro de melhor ator de cinema no mesmo ano.

Amado ou odiado, ninguém pode negar que o filme se tornou marco do cinema, e a cena onde o vestido cor de marfim de Marilyn Monroe levanta sobre o respiradouro do metrô de tornou um ícone cinematográfico mundial!

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Ficha técnica: 

Título original: The seven year itch

Ano: 1955

País: Estados Unidos

Gênero: comédia

Duração: 105 min.

Direção: Billy Wilder

Roteiro: Billy Wilder, George Axelrod

Orçamento:  U$ 3,2 milhões

Prêmios recebidos:

Globo de Ouro de melhor ator em musical ou comédia para Tom Ewell

Títulos em outros países:

Sept ans de réflexion (França, Bélgica)
La tentación vive arriba (Espanha)
Quando la moglie è in vacanza (Itália)
La comezón del séptimo año (Argentina)

Curiosidades:

O título original do filme, “The Seven Year Itch”, é uma referência ao sétimo ano após o casamento, quando as relações passam por uma crise.

O famoso vestido branco que a atriz Marilyn Monroe usou na célebre cena do metrô foi arrematado em um leilão por 4,6 milhões de dólares. O vestido foi a principal peça do leilão de lembranças de Hollywood realizado pela Profiles in History, em Calabasas (Califórnia) em 2011.

O casamento de Marilyn e do astro de baseball Joe DiMaggio chegou ao fim durante as filmagens de O Pecado Mora ao Lado.